Todos querem o NOVO: três candidatos a prefeito prestigiam lançamento de campanha do partido em Novo Hamburgo

No Vale dos Sinos, NOVO-RS fortalece presença nas eleições municipais com o apoio de Marcel van Hattem, de Felipe Camozzato e de lideranças políticas do MDB, PP e PSDB
13 de agosto de 2024

Foto: Marcos Quintana

O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO/RS) e o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Porto Alegre, Felipe Camozzato (NOVO/RS) estiveram prestigiando o lançamento oficial das candidaturas do partido NOVO-RS para a Câmara de Vereadores em Novo Hamburgo, uma das principais cidades do Vale dos Sinos. O evento aconteceu no último final de semana. A participação de lideranças políticas de outras siglas partidárias como MDB, PP e PSDB reforçou o crescimento e a relevância do partido NOVO na região.

O evento aconteceu na Sociedade de Canto União Fraternal. Cerca de 200 pessoas prestigiaram os seis nomes que disputarão as eleições municipais este ano. Três pré-candidatos a prefeito também estiveram prestigiando o evento: Tânia Terezinha da Silva (MDB), Gustavo Finck (PP) e Raizer Ferreira (PSDB). Foi uma demonstração pública de apoio multipartidário às candidaturas do NOVO. Os pré-candidatos a vereadores do NOVO em Novo Hamburgo são: Eliane Venites; Emerson Dapper Cardoso; Jeferson Francisco Ferreira; João Trajano da Rocha Sobrinho; Leidiane Machado Vieira; e Luis Paulo Kayser.

Enquanto candidato para deputado federal, Marcel van Hattem foi um dos mandatários mais bem votados na cidade: nas Eleições 2018, foi o 3º colocado em Novo Hamburgo. A presença dos parlamentares nos eventos do diretório regional é um compromisso do partido com a renovação política no Rio Grande do Sul e na região do Vale dos Sinos. “A participação de lideranças de outras siglas partidárias reforça o caráter plural e aberto dos eventos do NOVO, em especial, o desejo da sigla de colaboração e construção conjunta com outras forças políticas”, afirmou Marcel van Hattem.

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“A estratégia do governo fracassou de forma retumbante. Em reunião antes do inicio dos trabalhos, falei que a oposição não via problema em votar os requerimentos um a um, inclusive os mais sensíveis, como as quebras de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, do Banco Master e de parlamentares. Mas por insistência do líder do governo, Paulo Pimenta, inclusive na maior arrogância afirmou que se não votassem os requerimentos políticos deles, nós não votaríamos nada. Aliás, eles rejeitariam tudo. E foi graças a este movimento soberbo e mal calculado do governo do PT que nós aprovamos todos os requerimentos. A estratégia de blindar todos os investigados deu completamente errada e tivemos uma grande vitória”, afirma Van Hattem.