“Preso não pode decidir o futuro do Brasil”, afirma Van Hattem

“Não faz o menor sentido alguém que foi afastado da sociedade por decisão judicial continuar decidindo o futuro do município, do estado e do Brasil. Isso não é direito, isso é regalia. Preso não pode votar. É um contrassenso, chega a ser ridículo. Quem está afastado da sociedade não pode influenciar os rumos políticos do país”.
25 de março de 2026

A emenda do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) que proíbe o voto de presos foi sancionada e agora é lei. A medida, incluída no Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, corrige uma distorção que por anos gerou indignação na sociedade. Até então, presos provisórios, mesmo privados de liberdade, ainda podiam votar.

Autor da proposta, Van Hattem sempre denunciou o absurdo da situação.

“Não faz o menor sentido alguém que foi afastado da sociedade por decisão judicial continuar decidindo o futuro do município, do estado e do Brasil. Isso não é direito, isso é regalia. Preso não pode votar. É um contrassenso, chega a ser ridículo. Quem está afastado da sociedade não pode influenciar os rumos políticos do país”.

A nova lei impede o alistamento eleitoral de pessoas presas e determina o cancelamento do título de eleitor nesses casos, colocando fim a um privilégio que não se sustentava diante da realidade.

Agora, com a sanção, a proposta de Marcel vira lei e marca uma vitória do bom senso, corrigindo uma distorção histórica.

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“É uma vitória para os aposentados e derrota para os deputados da base governo Lula, que vinham tentando sabotar a investigação. Vamos ter mais tempo para trabalhar e, principalmente, para concluir o inquérito. Quem contribuiu a vida inteira não pode ficar sem resposta, e agora teremos condições de ir até o fim e responsabilizar quem roubou os aposentados. Não vamos parar enquanto houver um responsável sem prestar contas à sociedade”, afirmou Marcel.