“É uma vitória para os aposentados e derrota para o governo Lula”, afirma Marcel van Hattem após STF garantir prorrogação da CPMI

“É uma vitória para os aposentados e derrota para os deputados da base governo Lula, que vinham tentando sabotar a investigação. Vamos ter mais tempo para trabalhar e, principalmente, para concluir o inquérito. Quem contribuiu a vida inteira não pode ficar sem resposta, e agora teremos condições de ir até o fim e responsabilizar quem roubou os aposentados. Não vamos parar enquanto houver um responsável sem prestar contas à sociedade”, afirmou Marcel.
23 de março de 2026

Diante do risco de interrupção das investigações e da necessidade de aprofundar a apuração sobre o roubo bilionário aos aposentados, a prorrogação da CPMI do INSS é essencial para garantir respostas à sociedade. Para o deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS), a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça assegura não apenas mais tempo, mas as condições necessárias para que a comissão cumpra seu papel até o fim.

“É uma vitória para os aposentados e derrota para os deputados da base governo Lula, que vinham tentando sabotar a investigação. Vamos ter mais tempo para trabalhar e, principalmente, para concluir o inquérito. Quem contribuiu a vida inteira não pode ficar sem resposta, e agora teremos condições de ir até o fim e responsabilizar quem roubou os aposentados. Não vamos parar enquanto houver um responsável sem prestar contas à sociedade”, afirmou Marcel.

A decisão atende a um mandado de segurança impetrado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), pelo relator Alfredo Gaspar (UNIÃO-AL) e pelo deputado Marcel van Hattem, que apontaram omissão da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso na condução do pedido, mesmo com o apoio constitucional necessário. Na decisão liminar, Mendonça assegura a continuidade das investigações sobre fraudes contra aposentados e estabelece prazo de 48 horas para que o requerimento de prorrogação seja formalmente recebido e lido e, caso isso não ocorra, a presidência da CPMI estará imediatamente autorizada a prorrogar os trabalhos. Mendonça reforçou que o direito de investigação das minorias parlamentares não pode ser inviabilizado por entraves administrativos.

“O reconhecimento do direito da minoria parlamentar de instalar uma CPMI, sem que a maioria ou a direção do Parlamento crie obstáculos desprovidos de um alicerce constitucional, produz efeitos significativos no plano jurídico. Ele impõe, por decorrência lógica, a aceitação da conclusão de que a mesma minoria também possui o direito de decidir se haverá ou não prorrogação do funcionamento da citada Comissão. O que é válido para o mais, deve necessariamente prevalecer para o menos”, destacou Mendonça.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, destacou que a decisão do ministro André Mendonça foi uma decisão Constitucional e uma vitória do povo brasileiro.

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“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel.