”Estamos sendo punidos por defender a anistia e o Parlamento”, afirma Van Hattem

"Está provado o que eu venho dizendo desde o começo desse processo, há uma perseguição política aos parlamentares de direita. A decisão do Conselho de Ética foi política, não jurídica. Nossa defesa comprovou que não há base legal, não houve infração regimental. Pedir suspensão de mandato por protesto pacífico é censura à oposição, querem nos silenciar”, afirma Marcel. 
5 de maio de 2026

Conselho de Ética aprovou relatório que pede a suspensão por dois meses do mandato do deputado gaúcho

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5) o relatório que recomenda a suspensão do mandato do deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS) por dois meses. Para o deputado, a decisão é uma perseguição política sem qualquer amparo jurídico ou regimental e a batalha está longe de acabar.

“Está provado o que eu venho dizendo desde o começo desse processo, há uma perseguição política aos parlamentares de direita. A decisão do Conselho de Ética foi política, não jurídica. Nossa defesa comprovou que não há base legal, não houve infração regimental. Pedir suspensão de mandato por protesto pacífico é censura à oposição, querem nos silenciar”, afirma Marcel. 

Van Hattem denunciou ainda o tratamento desigual dentro do Conselho de Ética ao lembrar que deputados petistas que agrediram fisicamente colegas parlamentares estão com seus processos parados, enquanto que aqueles que protestam pacificamente são punidos. E reitera que não se arrepende da obstrução pacífica em defesa da anistia. 

“Faria de novo o que nós fizemos. Não sento para fazer acordo em temas que envolvem os nossos princípios e os nossos valores. Não vou abandonar jamais os meus princípios”, declarou. 

A decisão do Conselho de Ética não é definitiva. O caso agora vai ao plenário da Câmara dos Deputados, onde Van Hattem confia em reverter o resultado e enterrar de vez essa perseguição.

Nesse link você confere a íntegra da fala do deputado Marcel no Conselho de Ética https://we.tl/t-8vfpefK7nxDpn1x5

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“É inacreditável que alguns representantes do generalato do Exército busquem ameaçar parlamentares dentro da Câmara por causa de suas opiniões. A censura feita por Alexandre de Moraes passou a ser ensinado ao Comandante Tomás e a seus subordinados imediatos de ocasião? Essa postura mancha a reputação e a história do Exército brasileiro sobre o qual respeito como instituição”, declarou o deputado Marcel van Hattem.