“A campanha contra nós já começou e faz muito tempo”, afirma Marcel van Hattem

“O que estamos vendo no Brasil de 2026 é o agigantamento daqueles que não foram controlados no tempo correto e que agora se sentem no direito de intimidar homens públicos decentes”, disse
16 de abril de 2026

O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS) afirmou nesta quarta-feira (15) que já está em curso uma campanha sistemática contra nomes da direita no Brasil, mesmo antes do início oficial do período eleitoral. Em coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados, o parlamentar gaúcho criticou as perseguições políticas e jurídicas direcionadas a lideranças que fazem oposição ao atual governo e são críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). 

“Sou pré-candidato ao Senado no Estado do Rio Grande do Sul, quero que prestem atenção na expressão pré-candidato. A legislação nos obriga a utilizá-la, mas a campanha contra nós, contra quem é pré-candidato, contra quem é deputado federal ou contra quem é senador, já iniciou e faz muito tempo”. 

Segundo Marcel, há um movimento crescente de uso de instrumentos judiciais para atingir adversários políticos, citando casos recentes envolvendo parlamentares e lideranças que enfrentam processos, perda de direitos políticos e até situações mais graves. Para ele, o cenário evidencia uma tentativa de interferência no processo democrático. Marcel destacou o caso do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que é pré-candidato à Presidência pelo NOVO, e que vem sendo alvo de críticas do ministro Gilmar Mendes. Para o deputado, há um desequilíbrio institucional e uma tentativa de silenciar vozes da oposição.

“O que estamos vendo no Brasil de 2026 é o agigantamento daqueles que não foram controlados no tempo correto e que agora se sentem no direito de intimidar homens públicos decentes”, disse.

O parlamentar reforçou que a oposição não irá recuar diante de pressões. “Nem Romeu Zema, nem nenhum de nós vai se calar. Nós vamos falar ainda mais e mais alto, porque somos uma oposição decente, honesta e que quer ver o Brasil passado a limpo”, afirmou.

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“É muito bonito quando você recebe um reconhecimento fora do seu Estado, especialmente quando ele vem de pessoas e instituições que acompanham o nosso trabalho e reconhecem uma atuação firme em defesa da liberdade. Como é o caso do IFL, que tem entre seus fundadores o Salim Mattar, um amigo e uma grande inspiração para todos nós que defendemos a liberdade. Recebo este prêmio com muita gratidão e também com a responsabilidade de continuar fazendo aquilo que acredito ser correto, mesmo quando isso significa enfrentar interesses poderosos ou resistências. A liberdade de expressão, o Estado de Direito e as instituições fortes são conquistas que precisamos defender todos os dias com coragem, independência e coerência”, afirmou Marcel.
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"Não foi coincidência, foi conflito de interesse. A suspensão do edital do Porto de Santos e o impedimento do ministro Bruno Dantas mostram que a fiscalização funciona quando alguém tem coragem de apertar o botão certo. A maracutaia em Brasília parece infinita, mas nós, do partido Novo, vamos continuar cobrando transparência e responsabilização, caso fique comprovada a ilegalidade nesse processo", enfatizou Marcel van Hattem (Novo-RS), um dos autores da representação.