Marcel van Hattem defende união da direita e impeachment de ministros do STF em inauguração de comitê

“Precisamos devolver a importância que o Rio Grande já teve e hoje não tem mais. A questão da dívida do Estado, a questão fiscal do Estado passa pelo Senado, porque 90% da dívida que o Rio Grande do Sul tem é com a União, e cabe aos senadores atuar para resolver esse problema. e os senadores é que têm essa missão de resolver isso. E é inegociável o impeachment de ministros do STF, esses intocáveis. E para resolver essa questão, hoje temos Marcel e Sanderson, Sanderson e Marcel”, afirmou.
16 de agosto de 2026

O candidato ao Senado pelo NOVO, Marcel van Hattem, inaugurou neste domingo (16) o Comitê Central de sua campanha, em Porto Alegre, ao lado do deputado federal e também candidato ao Senado Sanderson (PL) e do candidato ao governo gaúcho Luciano Zucco (PL). Em seu discurso, Marcel destacou a união da direita no Estado e reforçou a importância da eleição da dupla ao Senado para a próxima legislatura.

“Cada um de nós, cada um dos brasileiros que quer um Brasil melhor, sejamos nós gaúchos, sejamos nós de outros estados, porque certamente essa campanha no Rio Grande do Sul está revelando para o todo o Brasil o que é unir de fato a direita, nós estamos demonstrando o que é paixão e patriotismo. E é isso que a gente precisa nesse momento, precisamos estar juntos. Lá no Senado, o Sanderson e eu vamos fazer aquilo que nós já defendemos todos os dias na Câmara dos Deputados, nós estamos aqui com uma missão, que é salvar o Brasil, e para salvar o Brasil tem que fazer impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

Sanderson reforçou ainda que Marcel e ele terão, no Senado, como prioridades a situação fiscal do Rio Grande do Sul.

“Precisamos devolver a importância que o Rio Grande já teve e hoje não tem mais. A questão da dívida do Estado, a questão fiscal do Estado passa pelo Senado, porque 90% da dívida que o Rio Grande do Sul tem é com a União, e cabe aos senadores atuar para resolver esse problema. e os senadores é que têm essa missão de resolver isso. E é inegociável o impeachment de ministros do STF, esses intocáveis. E para resolver essa questão, hoje temos Marcel e Sanderson, Sanderson e Marcel”, afirmou.

Luciano Zucco destacou a necessidade de recuperar o Rio Grande do Sul. “A gente tem que entender que, há muito tempo, o nosso Estado está deixando a desejar, está deixando de ser referência em várias áreas. Há mais de 20 anos, o nosso Estado é o que menos cresce, está deixando de ser referência em educação, a saúde com filas quilométricas e, na segurança pública, somos campeões de números de facções criminosas, crimes virtuais e feminicídio”, afirmou.

O presidente estadual do NOVO, Marcelo Slaviero, ressaltou que a eleição de 2026 representa um momento inédito para o partido no Rio Grande do Sul.

“É um momento único na história do NOVO, e não só porque a gente está indo com a maior nominata da nossa história e, pela primeira vez, está com um candidato ao Senado, mas também porque é a primeira eleição que a gente vai coligar nessa parceria com PL, Progressistas, União Brasil, Republicanos, Podemos e Democracia Cristã. Para nós, é motivo de muito orgulho”, afirmou.

O Comitê Central de Marcel será o ponto de encontro da equipe, candidatos, lideranças e apoiadores ao longo da campanha eleitoral. O evento reuniu integrantes da coligação “O Rio Grande Pode Mais”, formada pelo NOVO, PL, Federação União Progressista (Progressistas e União Brasil), Republicanos, Podemos e Democracia Cristã.

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“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel.