Marcel van Hattem critica sabatina fake de Paulo Gonet

“Saí revoltado da CCJ. O que estamos vendo é uma sabatina fake, com governistas ignorando o fato de que o procurador-geral Paulo Gonet tem permitido que a lei seja rasgada todos os dias, condenando pessoas inocentes apenas por viés político.”
12 de novembro de 2025

O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS) manifestou indignação nesta terça-feira (12) após acompanhar parte da sabatina de Paulo Gonet, indicado para recondução ao cargo de Procurador-Geral da República (PGR), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Segundo Marcel, a sessão está sendo marcada por encenação política e conivência com abusos cometidos pelo Ministério Público e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por parte dos parlamentares governistas.

“Saí revoltado da CCJ. O que estamos vendo é uma sabatina fake, com governistas ignorando o fato de que o procurador-geral Paulo Gonet tem permitido que a lei seja rasgada todos os dias, condenando pessoas inocentes apenas por viés político”, afirmou Marcel.

O deputado criticou duramente a atuação do Ministério Público sob a gestão de Gonet, destacando que denúncias frágeis, sem individualização de condutas e sem provas consistentes vêm sendo aceitas para perseguir opositores, enquanto verdadeiros criminosos são acobertados.

Marcel reforçou ainda sua disposição de disputar o Senado em 2027, ao lado de outros nomes da direita e da oposição, para restaurar o equilíbrio entre os Poderes. 

“Não tem momento em que eu mais gostaria de ser senador da Republica do que hoje, para poder pelo menos mostrar o quanto Paulo Gonet tem acobertado verdadeiros criminosos e condenado pessoas inocentes. Se Deus quiser, não apenas eu, mas teremos uma maioria de senadores de direita na próxima legislatura para que esse cenário, do consórcio Lula-STF e que Paulo Gonet também faz parte, não perdure além de 2026”, afirma Marcel. 

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“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel.