Diante do Congresso dos EUA, Marcel van Hattem denuncia os abusos e perseguições políticas do governo do PT e do STF

“O mundo precisa saber das graves violações aos direitos humanos que ocorrem hoje no Brasil", disse o parlamentar gaúcho.
12 de março de 2024

O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO/RS) está em Washington, DC, capital dos Estados Unidos, a convite do deputado republicano Christopher Henry Smith, para denunciar os abusos de autoridade e as perseguições políticas recorrentes no Brasil. “Estamos aqui para lutar por nossas liberdades e chamar a atenção do mundo para os graves retrocessos que estamos vivenciando hoje na democracia, nas nossas liberdades e no Estado de Direito do Brasil”, enfatizou, durante uma coletiva para a imprensa mundial em frente ao Capitólio dos Estados Unidos, nesta terça (12).

Em missão oficial, juntamente com uma comitiva de parlamentares da Oposição, entre eles, Eduardo Bolsonaro (PL/SP) e Gustavo Gayer (PL/GO), Marcel van Hattem denunciou a ditadura em progressão promovida pelo governo do PT e pelo presidente Lula. “Não é surpreendente que os maiores aliados de Lula sejam ditadores, como Maduro da Venezuela, Xi da China e Putin da Rússia. Até mesmo o grupo terrorista Hamas enviou felicitações a Lula quando ele voltou ao poder e agora o parabeniza por seus comentários absurdos em relação aos judeus e ao Estado de Israel”. O parlamentar relembrou que, apesar da progressão do socialismo na América Latina, o Brasil permanecia democrático. Ele citou os trabalhos da Operação Lava Jato que levaram milhares de manifestantes às ruas e corruptos para a prisão, inclusive o ex- presidente Lula, que teve sua condenação anulada pelo Supremo Tribunal Federal para estar apto a disputar eleições e a ocupar novamente a presidência do país.

A perseguição política gerada pelo Judiciário também foi mencionada por Marcel Van Hattem. “O número de pessoas processadas criminalmente – ou devo dizer mais precisamente, perseguidas – pelo ministro Alexandre de Moraes e pelo STF, é imenso: de cidadãos comuns a membros do parlamento, incluindo o líder da oposição, jornalistas, formadores de opinião e até juízes; de um morador de rua (que acaba de ser absolvido pelo Sr. Moraes após cumprir longa pena de prisão por estar, por acaso, nos eventos de 8 de janeiro), ao ex-presidente da República Jair Bolsonaro: ninguém escapa da fúria e dos atos e decisões inconstitucionais do STF. Ativos congelados ilegalmente, contas bancárias violadas secretamente sem devido processo, passaportes confiscados, censura. Até tortura!”. Os parlamentares seguem cumprindo a agenda internacional durante toda essa semana. O próximo encontro previsto será com Donald Trump.

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“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel.